Artes Visuais no Brasil 2:
Atualizado: há 23 minutos
Sala C306
2026/02- PROF. RODRIGO VIVAS
Realização das aulas - Frequência, pontualidade
As aulas são realizadas às terças-feiras, contemplando 4 aulas
A aula tem seu início às 8:20, sendo realizada a primeira chamada. O prazo de tolerância é de 10 minutos. Os estudantes que chegarem depois desse horário receberão faltas;
O intervalo ocorre entre 10 e 10:30, retornando à segunda parte da aula.
Norma da UFMG: o aluno que ultrapassar 25% de falta será considerado com frequência insuficiente.
Atestados médicos não abonam faltas, apenas justificam a ausência
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ABNT:
Todo trabalho, fichamento ou análise deverá estar formatado conforme as normas da ABNT. Textos fora do padrão de formatação não serão avaliados.
Links para download do tutorial:
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Metodologia das aulas: leituras e atividades
As aulas contarão com um texto prévio para a leitura. A leitura prévia dos textos é obrigatória. É fundamental que os textos sejam levados em qualquer dispositivo para as aulas. A leitura de trechos do texto, é fundamental para a discussão.
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Avaliações sugestão:
Prova em sala de aula:
35 pontos - Avaliação em sala de aula. Serão duas questões abertas, sem consulta. A relação do conteúdo da avaliação será negociada antes da realização da avaliação. Todo o conteúdo ministrado em sala e os textos serão a base para elaboração das questões
Prova em sala de aula:
35 pontos - Avaliação em sala de aula. Serão duas questões abertas, sem consulta. A relação do conteúdo da avaliação será negociada antes da realização da avaliação. Todo o conteúdo ministrado em sala e os textos serão a base para elaboração das questões.
Atividades e participação:
30 pontos: os 30 pontos serão distribuídos com as atividades e participação em sala de aula.
Análise de obras:
Além dos aspectos que fundamentam a ABNT, os critérios de análise das apresentações serão os seguintes:
1) Localizar a obra dentro da instituição a que pertence (se for o caso);
2) Uma pequena descrição fornecida pela própria instituição sobre sua história e missão;
3) Transcrever as passagens, atentos aos erros na transposição do texto em pdf para o power point;
4) Colocar as legendas considerando. Autor, título da obra, técnica, dimensões, localização;
5) Realizar a edição das imagens, não esquecendo de contemplar outras obras citadas;
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Os arquivos podem ser postados na pasta abaixo:
Instruções:
1) Crie uma pasta com seu nome;
2) Crie pastas secundárias para cada trabalho enviado;
3) Nome do arquivo. Seu nome. Título do trabalho. Exemplo: RodrigoVivas_obrasmodernistas
Os trabalhos com edição de imagens devem ser postados em power point.
Pasta do drive:
Encontro 1: 04/03/2026
Apresentação do programa de curso, avaliações e atividades.
Apresentação do trabalho a ser entregue.
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Encontro 2: 11/03/2026
Introdução ao problema das imagens pré-artísticas
Hans Belting: antes da era da arte - depois da era da arte;
A lógica da presença: imagens portadoras de presença;
A imagem como corpo;
A imagem e sua estruturação mediadora dos mundos: físico e espiritual;
A semelhança como vínculo ontológico, não como técnica mimética;
A imagem como agente (protegem, curam, punem...);
A imagem como eficácia simbólica;
O lugar da imagem: espaço de culto, nichos, templos;
A imagem e a "mobilidade"(procissões, deslocamentos, viagens)
A imagem e sua autoridade;
A imagem e a identidade coletiva;
Imagens como permanência, memória, continuidade ritual;
A imagem: controle, proibição e destruição;
Formas do "fazer" artístico
Transformações do modelo de produção, circulação e consumo das imagens critãs no século XIV
1) Revisão geral dos “conceitos fundamentais de história da arte”;
2) A invenção de Giotto e a emergência do artístico;
2.1 – A construção da narrativa;
2.2 – A natureza do páthos;
2.3 – São Francisco de Assis, Dante e São Tomás de Aquino;
2.4 – Transformação da forma icônica em narrativa;
2.5 – A temporalidade humana em Giotto;
2.6 – As temporalidades no Presépio de Greccio;
2.7- “o ser da imagem é um ser-em-relação com o observador, a apresentação icônica torna-se representação histórica” – Crucifixo.
2.8 – Giotto e a invenção dos gestos e a comunicabilidade universal da arte
Obras principais analisadas:
Giotto, Renúncia dos bens paternos, de A vida de São Francisco, 1296, afresco, 270 x 230 em basílica de São Francisco, igreja superior, Assis.
Giotto, Pregação aos pássaros, de A vida de São Francisco, 1296, afresco, 270 x 200 cm, basílica de São Francisco, igreja superior, Assis.
Giotto, Crucifixo, 1296-1300, têmpera sobre madeira, 578 x 406 em, Santa Maria Novella, Florença.
Giotto, Lamento sobre o Cristo morto (Descida da cruz ou Pietà), das Histórias de Cristo, 1303-5, afreseo, 200x 185 em capela dos Serovegni, Pádua.
Referência obrigatória:
A discussão do texto encontra-se no capítulo Trezentos. O segundo arquivo contém o livro todo com as imagens para a consulta obrigatória.
Volume dois completo do Argan:
Referências complementares:
EDGERTON, Samuel Y., Jr. The Heritage of Giotto’s Geometry: Art and Science on the Eve of the Scientific Revolution. 1st print. Ithaca: Cornell University Press (Cornell Paperbacks), 1993. ISBN 9780801425738.
Métodos da História da Arte:
Esse trabalho fornece uma breve introdução a alguns conceitos da história da arte. O objetivo é discutir as perspectivas de análise à obra artística em seus possíveis desdobramentos na sociologia, psicologia e história. Em contraponto, são apresentados os aspectos teórico-metodológicos da história da arte como disciplina autônoma. Na segunda parte do texto é oferecida uma proposta metodológica para a produção artística fundamentada em sua materialidade e visualidade
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Encontro 3: 18/08/2026
PANOFSKY, Erwin. Iconografia e iconologia uma introdução ao estudo da arte da renascença in Significado nas artes visuais. São Paulo Perspectiva, 1976. p.47-87
Trabalho:
A partir da leitura do texto do Panofsky, desenvolva a análise Pré-Iconográfica das obras.
Sugestões:
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Encontro 4: 25/08/2026
Continuaremos a discussão do método do Panofsky. No momento, o desafio será avançar a análise das obras a partir dos desdobramentos do método.
1) Análise iconográfica - identificação:
1.1-Identificação dos atritutos ou elementos que compõem a imagem;
1.2- Conexão desses elementos entre si visando identificar a narrativa
1.2.1 - Velho testamento;
1.2.2 - Novo Testamento;
1.2.3 - Mitologia;
1.2.4 - Hagiografia;
1.2.5 - Personificação
É necessário destacar que as imagens também podem pertencer as alegorias;
Encontro 5: 01/09/2026
Encontro 6: 08/09/2026
Aula 3: As Academias de Arte e a invenção do artista
1 – A fundação das primeiras Academias de Arte;
2 – As modificações do estatuto do artista;
3 – Artes e ofícios e Belas Artes;
4 – A noção de desenho em Leonardo Da Vince;
4.1 – A obra prima de Leonardo Da Vince;
5 – Arte e ciência em Leonardo da Vince;
6 – A perspectiva área;
7 – O projeto de Michelangelo;
8 – A descoberta do Laocoonte e a ressignificação do páthos;
9 – A legitimidade artística das Academias;
10 – A discussão dos gêneros artísticos;
11 – O paragone;
12 – A disputa entre os Davis;
13 – Arte e demonstração científica em Leonardo: A Monalisa
Referência obrigatória:
Referências gerais:
BARZMAN, Karen-edis. The Florentine Academy and the Early Modern State. Cambridge; Nova York: Cambridge University Press, 2000. ISBN 9780521641623.
BOSCHLOO, Anton W. A. Academies of Art Between Renaissance and Romanticism. 's-Gravenhage: SDU Uitgeverij, 1989. ISBN 9789012058995.
GOLDSTEIN, Carl. Teaching Art: Academies and Schools from Vasari to Albers. Cambridge; Nova York: Cambridge University Press, 1996. ISBN 9780521480994.
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Encontro 7: 15/09/2026
O Neoclassicismo francês e o modelo brasileiro
1) A definição do Neoclassicismo francês e a virtude guerreira;
2) Davi, Delacroix e Fusili;
3) O belo clássico e o sublime; (Caspar, Turner)
4) A pintura histórica de Goya, Delacroix;
5) Os Caprichos de Goya;
6) Debret: o neoclassicismo e a escravidão;
7) A Missão Francesa e a Academia Brasileira;
8) A questão artística e as Duas Batalhas;
Leitura obrigatória:
ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ISBN 9788571642515.
NAVES, Rodrigo. A forma difícil. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.
Leitura obrigatória: capítulo - Debret: O neoclassicismo e a escravidão.
Leitura complementar:
Ler o capítulo: A Academia Imperial de Belas Artes e os Primeiros passos de Félix-Emile Taunay
Encontro 8: 23/09/2026 - Encontro 9: 29/09/2026
O que é o Brasil?
1) A invenção do Brasil e a Primeira Missa;
2) Instituto Histórico Brasileiro e “Como se deve escrever a história do Brasil”;
3) A invenção das tradições e o debate sobre a nacionalidade;
4) Os Viajantes e a interpretação da arte brasileira;
5) A disputa do Romantismo Brasileiro e a busca das origens;
6) Teses racistas e a inviabilidade do Brasil;
7) Porque me ufano do meu país;
8) A arte e sua razão utilitária e governamental;
9) Os prêmios de viagem e Arthur Timótheo da Costa;
10) Georgina de Albuquerque;
Leitura obrigatória: Escolha um dos capítulos para entrega do trabalho de edição das imagens.
Nação e Civilização nos Trópicos: o Instituto Histórico Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional
Encontro 10: 13/10/2026
Do Barroco ao século XIX em Ouro Preto
1) O Barroco Mineiro: entre artes e ofícios;
2) A oficina de Aleijadinho;
3) Ouro Preto: o refúgio dos intelectuais e artistas;
4) Honório Esteves, Emilio Rouède e Belmiro de Almeida;
5) A transferência da Capital para Belo Horizonte;
6) Belo Horizonte: Comissão Construtora, Gabinete Fotográfico;
7) A destruição do Curral Del Rey: Honório Esteves e Emilio Rouède;
Honório Esteves:
Encontro 11: 20/10/2026
Encontro a partir da leitura dos dois textos:
Emilio Rouède
Belmiro de Almeida:
Primeira versão do trabalho:
Entrega: 18 de outubro
Referências sobre o Retrato:
Encontro 12: 13/10/2026
O modernismo brasileiro: Mário de Andrade
O modernismo brasileiro em revisão
1) Mário de Andrade e a definição modernista;
2) A Exposição de Anita Malfati e a crítica de Monteiro Lobato;
3) Mário de Andrade e Luis Martins: a luz em Almeida Jr.
4) Mário de Andrade: ensaio sobre Aleijadinho
5) A pintura não é só beleza: a crítica de Mário de Andrade;
6) A pintura de Anita Malfati, Tarsila do Amaral, Lasar Segall
Encontro 13, 14: 29/10/2026
Modernismo em Minas: Aníbal Mattos e as exposições Gerais de Belas Artes
1) A obra de Anibal Mattos;
2) A instauração do circuito artístico em Minas;
3) Exposições Gerais de Belas Artes;
4) A Exposição de Zina Aita;
5) Tensões no circuito artístico: Salão Bar Brasil de 1936;
6) Fernando Pieruccetti: um estudo de caso;
Leitura do livro todo