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Artes Visuais no Brasil 2:

9 de abr. de 2024
8 min de leitura

Atualizado: há 23 minutos


Sala C306


2026/02- PROF. RODRIGO VIVAS




Realização das aulas - Frequência, pontualidade


As aulas são realizadas às terças-feiras, contemplando 4 aulas

A aula tem seu início às 8:20, sendo realizada a primeira chamada. O prazo de tolerância é de 10 minutos. Os estudantes que chegarem depois desse horário receberão faltas;

O intervalo ocorre entre 10 e 10:30, retornando à segunda parte da aula.

Norma da UFMG: o aluno que ultrapassar 25% de falta será considerado com frequência insuficiente.

Atestados médicos não abonam faltas, apenas justificam a ausência


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ABNT:

Todo trabalho, fichamento ou análise deverá estar formatado conforme as normas da ABNT. Textos fora do padrão de formatação não serão avaliados. 

Links para download do tutorial: 


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Metodologia das aulas: leituras e atividades


As aulas contarão com um texto prévio para a leitura. A leitura prévia dos textos é obrigatória. É fundamental que os textos sejam levados em qualquer dispositivo para as aulas. A leitura de trechos do texto, é fundamental para a discussão.






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Avaliações sugestão:


Prova em sala de aula:

35 pontos - Avaliação em sala de aula. Serão duas questões abertas, sem consulta. A relação do conteúdo da avaliação será negociada antes da realização da avaliação. Todo o conteúdo ministrado em sala e os textos serão a base para elaboração das questões


Prova em sala de aula:

35 pontos - Avaliação em sala de aula. Serão duas questões abertas, sem consulta. A relação do conteúdo da avaliação será negociada antes da realização da avaliação. Todo o conteúdo ministrado em sala e os textos serão a base para elaboração das questões.


Atividades e participação:

30 pontos: os 30 pontos serão distribuídos com as atividades e participação em sala de aula.




Análise de obras:

Além dos aspectos que fundamentam a ABNT, os critérios de análise das apresentações serão os seguintes:

1) Localizar a obra dentro da instituição a que pertence (se for o caso);

2) Uma pequena descrição fornecida pela própria instituição sobre sua história e missão;

3) Transcrever as passagens, atentos aos erros na transposição do texto em pdf para o power point;

4) Colocar as legendas considerando. Autor, título da obra, técnica, dimensões, localização;

5) Realizar a edição das imagens, não esquecendo de contemplar outras obras citadas;







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Os arquivos podem ser postados na pasta abaixo:

Instruções:

1) Crie uma pasta com seu nome;

2) Crie pastas secundárias para cada trabalho enviado;

3) Nome do arquivo. Seu nome. Título do trabalho. Exemplo: RodrigoVivas_obrasmodernistas

Os trabalhos com edição de imagens devem ser postados em power point.

Pasta do drive:







Encontro 1: 04/03/2026


Apresentação do programa de curso, avaliações e atividades.

Apresentação do trabalho a ser entregue.



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Encontro 2: 11/03/2026



Introdução ao problema das imagens pré-artísticas

  • Hans Belting: antes da era da arte - depois da era da arte;

  • A lógica da presença: imagens portadoras de presença;

  • A imagem como corpo;

  • A imagem e sua estruturação mediadora dos mundos: físico e espiritual;

  • A semelhança como vínculo ontológico, não como técnica mimética;

  • A imagem como agente (protegem, curam, punem...);

  • A imagem como eficácia simbólica;

  • O lugar da imagem: espaço de culto, nichos, templos;

  • A imagem e a "mobilidade"(procissões, deslocamentos, viagens)

  • A imagem e sua autoridade;

  • A imagem e a identidade coletiva;

  • Imagens como permanência, memória, continuidade ritual;

  • A imagem: controle, proibição e destruição;

  • Formas do "fazer" artístico

    BELTING, Hans. Introducao. Semelhança e Presença – a história da imagem antes da era da arte. Maria Beatriz de Mello e Souza (org.), 2010.


Transformações do modelo de produção, circulação e consumo das imagens critãs no século XIV

1) Revisão geral dos “conceitos fundamentais de história da arte”;

2) A invenção de Giotto e a emergência do artístico;

2.1 – A construção da narrativa;

2.2 – A natureza do páthos;

2.3 – São Francisco de Assis, Dante e São Tomás de Aquino;

2.4 – Transformação da forma icônica em narrativa;

2.5 – A temporalidade humana em Giotto;

2.6 – As temporalidades no Presépio de Greccio;

2.7- “o ser da imagem é um ser-em-relação com o observador, a apresentação icônica torna-se representação histórica” – Crucifixo.

2.8 – Giotto e a invenção dos gestos e a comunicabilidade universal da arte

Obras principais analisadas:

Giotto, Renúncia dos bens paternos, de A vida de São Francisco, 1296, afresco, 270 x 230 em basílica de São Francisco, igreja superior, Assis.

Giotto, Pregação aos pássaros, de A vida de São Francisco, 1296, afresco, 270 x 200 cm, basílica de São Francisco, igreja superior, Assis.

Giotto, Crucifixo, 1296-1300, têmpera sobre madeira, 578 x 406 em, Santa Maria Novella, Florença.

Giotto, Lamento sobre o Cristo morto (Descida da cruz ou Pietà), das Histórias de Cristo, 1303-5, afreseo, 200x 185 em capela dos Serovegni, Pádua.

 

 Referência obrigatória:


A discussão do texto encontra-se no capítulo Trezentos. O segundo arquivo contém o livro todo com as imagens para a consulta obrigatória.

 


Volume dois completo do Argan:




Referências complementares:






Métodos da História da Arte:


Esse trabalho fornece uma breve introdução a alguns conceitos da história da arte. O objetivo é discutir as perspectivas de análise à obra artística em seus possíveis desdobramentos na sociologia, psicologia e história. Em contraponto, são apresentados os aspectos teórico-metodológicos da história da arte como disciplina autônoma. Na segunda parte do texto é oferecida uma proposta metodológica para a produção artística fundamentada em sua materialidade e visualidade



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Encontro 3: 18/08/2026


PANOFSKY, Erwin. Iconografia e iconologia uma introdução ao estudo da arte da renascença in Significado nas artes visuais. São Paulo Perspectiva, 1976. p.47-87



Trabalho:

A partir da leitura do texto do Panofsky, desenvolva a análise Pré-Iconográfica das obras.

Sugestões:




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Encontro 4: 25/08/2026


Continuaremos a discussão do método do Panofsky. No momento, o desafio será avançar a análise das obras a partir dos desdobramentos do método.

1) Análise iconográfica - identificação:

1.1-Identificação dos atritutos ou elementos que compõem a imagem;

1.2- Conexão desses elementos entre si visando identificar a narrativa

1.2.1 - Velho testamento;

1.2.2 - Novo Testamento;

1.2.3 - Mitologia;

1.2.4 - Hagiografia;

1.2.5 - Personificação

  • É necessário destacar que as imagens também podem pertencer as alegorias;




Encontro 5: 01/09/2026

Encontro 6: 08/09/2026



Aula 3: As Academias de Arte e a invenção do artista

1 – A fundação das primeiras Academias de Arte;

2 – As modificações do estatuto do artista;

3 – Artes e ofícios e Belas Artes;

4 – A noção de desenho em Leonardo Da Vince;

4.1 – A obra prima de Leonardo Da Vince;

5 – Arte e ciência em Leonardo da Vince;

6 – A perspectiva área;

7 – O projeto de Michelangelo;

8 – A descoberta do Laocoonte e a ressignificação do páthos;

9 – A legitimidade artística das Academias;

10 – A discussão dos gêneros artísticos;

11 – O paragone;

12 – A disputa entre os Davis;

13 – Arte e demonstração científica em Leonardo: A Monalisa

 

Referência obrigatória:

 

 

Referências gerais:


BARZMAN, Karen-edis. The Florentine Academy and the Early Modern State. Cambridge; Nova York: Cambridge University Press, 2000. ISBN 9780521641623.

BOSCHLOO, Anton W. A. Academies of Art Between Renaissance and Romanticism. 's-Gravenhage: SDU Uitgeverij, 1989. ISBN 9789012058995.

GOLDSTEIN, Carl. Teaching Art: Academies and Schools from Vasari to Albers. Cambridge; Nova York: Cambridge University Press, 1996. ISBN 9780521480994.

 


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Encontro 7: 15/09/2026



O Neoclassicismo francês e o modelo brasileiro

1) A definição do Neoclassicismo francês e a virtude guerreira;

2) Davi, Delacroix e Fusili;

3) O belo clássico e o sublime; (Caspar, Turner)

4) A pintura histórica de Goya, Delacroix;

5) Os Caprichos de Goya;

6) Debret: o neoclassicismo e a escravidão;

7) A Missão Francesa e a Academia Brasileira;

8) A questão artística e as Duas Batalhas;




Leitura obrigatória:


ARGAN, Giulio Carlo. Arte Moderna. 1ª ed. São Paulo: Companhia das Letras, 1992. ISBN 9788571642515.

NAVES, Rodrigo. A forma difícil. São Paulo: Companhia das Letras, 2011.


Leitura obrigatória: capítulo - Debret: O neoclassicismo e a escravidão.


Leitura complementar:

Ler o capítulo: A Academia Imperial de Belas Artes e os Primeiros passos de Félix-Emile Taunay






Encontro 8: 23/09/2026 - Encontro 9: 29/09/2026

O que é o Brasil?

1) A invenção do Brasil e a Primeira Missa;

2) Instituto Histórico Brasileiro e “Como se deve escrever a história do Brasil”;

3) A invenção das tradições e o debate sobre a nacionalidade;

4) Os Viajantes e a interpretação da arte brasileira;

5) A disputa do Romantismo Brasileiro e a busca das origens;

6) Teses racistas e a inviabilidade do Brasil;

7) Porque me ufano do meu país;

8) A arte e sua razão utilitária e governamental;

9) Os prêmios de viagem e Arthur Timótheo da Costa;

10) Georgina de Albuquerque;




Leitura obrigatória: Escolha um dos capítulos para entrega do trabalho de edição das imagens.



Nação e Civilização nos Trópicos: o Instituto Histórico Geográfico Brasileiro e o projeto de uma história nacional




Encontro 10: 13/10/2026







Do Barroco ao século XIX em Ouro Preto

1) O Barroco Mineiro: entre artes e ofícios;

2) A oficina de Aleijadinho;

3) Ouro Preto: o refúgio dos intelectuais e artistas;

4) Honório Esteves, Emilio Rouède e Belmiro de Almeida;

5) A transferência da Capital para Belo Horizonte;

6) Belo Horizonte: Comissão Construtora, Gabinete Fotográfico;

7) A destruição do Curral Del Rey: Honório Esteves e Emilio Rouède;


Honório Esteves:




Encontro 11: 20/10/2026


Encontro a partir da leitura dos dois textos:


Emilio Rouède 

 

Belmiro de Almeida: 




Primeira versão do trabalho:

Entrega: 18 de outubro



Referências sobre o Retrato:







Encontro 12: 13/10/2026



O modernismo brasileiro: Mário de Andrade

O modernismo brasileiro em revisão

1) Mário de Andrade e a definição modernista;

2) A Exposição de Anita Malfati e a crítica de Monteiro Lobato;

3) Mário de Andrade e Luis Martins: a luz em Almeida Jr.

4) Mário de Andrade: ensaio sobre Aleijadinho

5) A pintura não é só beleza: a crítica de Mário de Andrade;

6) A pintura de Anita Malfati, Tarsila do Amaral, Lasar Segall


 





Encontro 13, 14: 29/10/2026

Modernismo em Minas: Aníbal Mattos e as exposições Gerais de Belas Artes

1) A obra de Anibal Mattos;

2) A instauração do circuito artístico em Minas;

3) Exposições Gerais de Belas Artes;

4) A Exposição de Zina Aita;

5) Tensões no circuito artístico: Salão Bar Brasil de 1936;

6) Fernando Pieruccetti: um estudo de caso;





Leitura do livro todo








 
 
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